Saúde

A importância das vacinas

A resistência à vacinação foi listada pela Organização Mundial da Saúde como uma das dez maiores ameaças à saúde global neste 2019. As vacinas são substâncias que possuem como função estimular nosso corpo a produzir respostas imunológicas a fim de nos proteger contra determinada doença. Elas são produzidas a partir do próprio agente causador da doença, que é colocado em nosso corpo de forma enfraquecida ou inativada. Apesar de não causar a doença, as formas atenuadas e inativadas do antígeno são capazes de estimular nosso sistema imunológico.

A importância da vacinação vai muito além da prevenção individual. Quem não se vacina não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas com quem tem contato, além de contribuir para aumentar a circulação de doenças. Tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que em muitos que podem até levar à morte.
As vacinas são substâncias que possuem como função estimular nosso corpo a produzir respostas imunológicas a fim de nos proteger contra determinada doença. Elas são produzidas a partir do próprio agente causador da doença, que é colocado em nosso corpo de forma enfraquecida ou inativada. Apesar de não causar a doença, as formas atenuadas e inativadas do antígeno são capazes de estimular nosso sistema imunológico.
Quando nos vacinamos, apresentamos ao nosso corpo um antígeno até então desconhecido. O corpo passa, com isso, a produzir anticorpos contra ele. Nesse primeiro momento, a produção é relativamente lenta. Além da produção de anticorpos, o organismo produz células de memória, ou seja, células que ao serem expostas novamente ao mesmo antígeno serão capazes de produzir anticorpos mais rapidamente.
Em virtude da presença de células de memória, uma pessoa vacinada consegue que seu sistema imune atue de maneira mais rápida, evitando que a doença se desenvolva. Assim sendo, a vacina atua como um agente preventivo, devendo ser utilizada antes do contágio. Ela é considerada uma forma de imunização ativa, pois estimula nosso organismo a produzir substâncias de defesa.
A vacinação no Brasil surgiu no início do século XX. Naquela época, não existia saneamento básico nas capitais, o que comprometia a saúde das pessoas com epidemias de febre amarela, varíola e outras doenças. O médico sanitarista Oswaldo Cruz foi nomeado para chefiar o Departamento Nacional de Saúde Pública, a fim de promover uma revolução sanitária em razão das necessidades do país.
A medida não foi bem aceita pela população da época, que desconhecia os benefícios da vacina, levando a chamada Revolta da Vacina, com diversas manifestações populares.
O Instituto Butantã é o principal produtor de vacinas do Brasil Foi fundado em 1899 a para combater um surto de peste bubônica que chegava ao país pelo Porto de Santos, no litoral paulista. Dois anos mais tarde, em fevereiro de 1901, o laboratório que produzia o soro contra a peste foi instalado na Fazenda Butantan, na zona oeste da cidade de São Paulo. O primeiro diretor da instituição foi o médico Vital Brazil Mineiro da Campanha, que dá nome a avenida onde está hoje a instituição.
Graças à vacinação houve uma queda drástica na incidência de doenças que costumavam matar milhares de pessoas todos os anos até a metade do século passado. Mas, mesmo estando sob controle hoje em dia, elas podem rapidamente voltar a se tornar uma epidemia caso as pessoas parem de se vacinar.
Quem ainda se lembra da época em que os números de casos de rubéola, difteria, coqueluche e varicela eram alarmantes? No passado, todas essas doenças causaram impactos significativos na saúde pública brasileira, mas, graças aos esforços do governo para conscientizar a população sobre a importância da vacinação, hoje quase não se ouve falar sobre os perigo dessas infecções.
Contudo, o tempo fez com que a importância da vacinação contra doenças que já foram esquecidas deixasse de ser uma prioridade para a sociedade e, infelizmente, esse comportamento reflete na queda das taxas de cobertura vacinal registradas no País nos últimos anos, tornando as chances de todas elas voltarem a assombrar os brasileiros cada vez mais reais.
Há pouco tempo foi noticiado no Brasil o reaparecimento de algumas doenças que eram consideradas erradicadas, dentre elas o sarampo, a febre amarela e a rubéola, o que essas doenças têm em comum? Todas são causadas por vírus e podem ser contraídas facilmente caso o organismo não esteja protegido corretamente. Por isso existe a necessidade de ressaltar a importância das vacinas e de realizar a prevenção por completo.
A resistência à vacinação foi listada pela Organização Mundial da Saúde como uma das dez maiores ameaças à saúde global neste 2019. Segundo números preliminares do órgão, os surtos de sarampo, doença altamente contagiosa, aumentaram 300% no mundo nos primeiros três meses deste ano em comparação ao mesmo período de 2018. O crescimento foi maior na África (700%) e na Europa (300%).
Relatório do Unicef, órgão da ONU para a infância, cravou que 98% dos países reportaram aumento nos casos de sarampo, doença que ressurgiu em locais que até pouco tempo atrás estavam perto de erradicá-la. Os três piores do ranking (que compara 2017 com 2018), respectivamente, foram Ucrânia, Filipinas e Brasil. A organização alertou: “A verdadeira infecção é a desinformação”.

Segue calendário nacional de vacinação – 2019:

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Biografia:

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Michele K. B. Machado formou-se em Farmácia, no ano 2000, pela Universidade Metodista de Piracicaba. Focou seus estudos na gestão de pessoas e, no varejo farmacêutico, onde atuou nestes 18 anos de formação.
Sua responsabilidade profissional e, seu viés social proporcionaram verdadeiros cases de sucesso no cuidado à saúde da comunidade. Sempre pautada em orientações verticalizadas e socialmente necessárias contribuiu para a manutenção e geração de cuidado à saúde das comunidades em que esteve inserida.

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