Saúde

Economia Colaborativa

A economia colaborativa, da forma como estamos experimentando agora, surge a partir da conscientização do consumo, da ideia de que não se deve buscar o lucro a todo custo sem preocupar-se com o impacto social que esse comportamento causa. A economia colaborativa surge como um modelo alternativo de consumo onde a partilha de recursos humanos e físicos, incluindo a criação, produção, distribuição de bens e serviços, deve substituir o acúmulo, permitindo que as pessoas mantenham o estilo de vida, sem precisar adquirir mais de forma desenfreada.

Você já deve ter participado dessa tendência mundial mesmo sem saber.

Já emprestou alguma roupa para amiga? Já cuidou do gato da vizinha enquanto ela viajava? Já pegou uma carona? Desde atitudes simples até empresas globais, todos estão entrando na onda da economia colaborativa, de dividir e emprestar ao invés de acumular.
A economia colaborativa já é considerada a principal tendência do século XXI e vem ganhando força ao redor do mundo. A revolução digital de hoje cria novas relações produtivas e transforma os padrões de consumo globais.
No coração da economia colaborativa estão empresas e projetos que surgiram a partir do chamado consumo colaborativo.
Ao conectar desconhecidos com interesses e necessidades comuns, redes sociais e aplicativos facilitam o compartilhamento e a troca de serviços e objetos numa escala sem precedentes. Carros, alimentos, serviços, motos, moradia, informação, tecnologia, clínicas e empresas podem compartilhar espaços, conhecimentos e diminuir o impacto financeiro e gerado ao meio ambiente.
A economia colaborativa, da forma como estamos experimentando agora, surge a partir da conscientização do consumo, da ideia de que não se deve buscar o lucro a todo custo sem preocupar-se com o impacto social que esse comportamento causa.
Com a emergência das questões ambientais e sociais, empresas e consumidores passaram a se atentar para a produção e o consumo sustentável. Desde a diminuição dos resíduos ambientais, dos combustíveis poluentes, o destino das embalagens, redução do consumo de água, a sociedade vem, aos poucos, reformulando e refletindo sua maneira de consumir.

IMG_3632
Dessa maneira, a denominada economia colaborativa surge como um modelo alternativo de consumo onde a partilha de recursos humanos e físicos, incluindo a criação, produção, distribuição de bens e serviços, deve substituir o acúmulo, permitindo que as pessoas mantenham o estilo de vida, sem precisar adquirir mais de forma desenfreada.
Os três pilares de sucesso da economia colaborativa baseia-se em ações:

Sociais: aumento da população, foco da sociedade em sustentabilidade, comunidades cada vez mais unidas e pensamento altruísta.
Econômicas: redução de excessos, aumento da flexibilidade financeira de marcas e pessoas e, preferência ao acesso ao invés da aquisição.
Tecnológicas: beneficiado pelas redes sociais, dispositivos e plataformas móveis, além de sistemas de pagamento.
Esse conceito tem se provado um movimento duradouro, abrangente e revolucionário. Marcas com visão de futuro empregam um modelo, enquanto as mais inovadoras empregam todos os três, abandonando assim a fórmula de preço, praça, produto e promoção.
Cada vez mais vivemos em tempos economicamente voláteis.
É fato que o consumo colaborativo se tornou uma poderosa força econômica e cultural para a nossa sociedade. Este é um movimento que tem se provado duradouro, abrangente e revolucionário, e tem provocado mudanças não só em diversos setores da economia, mas também na forma como as pessoas consomem produtos e serviços.
Devido à instabilidade financeira que o País ainda vive, esses modelos têm proporcionado novas formas de renda e emprego por meio da prestação de serviços sob demanda, diminuindo o consumo excessivo e aumentando a variedade de opções disponíveis no mercado por um preço mais justo.
Por essa razão, há quem atribua à economia colaborativa o poder de reduzir o desperdício, aumentar a eficiência no uso dos recursos naturais, combater o consumismo e até reduzir a desigualdade social no mundo. Ainda é preciso observar se o movimento realmente será capaz de cumprir toda essa agenda.
Mas não resta dúvida, por enquanto, do poder da economia colaborativa em fomentar negócios baseados no compartilhamento.
Na proposta da economia colaborativa aqui mencionada, o acesso é mais importante que a posse. O que se propõe é a experiência, e não a compra incessante de produtos.

 

Biografia:

thumbnail

Michele K. B. Machado formou-se em Farmácia, no ano 2000, pela Universidade Metodista de Piracicaba. Focou seus estudos na gestão de pessoas e, no varejo farmacêutico, onde atuou nestes 18 anos de formação.
Sua responsabilidade profissional e, seu viés social proporcionaram verdadeiros cases de sucesso no cuidado à saúde da comunidade. Sempre pautada em orientações verticalizadas e socialmente necessárias contribuiu para a manutenção e geração de cuidado à saúde das comunidades em que esteve inserida

um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s